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Economia compartilhada: o que é, como utilizar e quais suas vantagens

18.09.2018

 

 

 

Já ouviu falar sobre a economia compartilhada? Pois então, esse assunto está em alta no Brasil, mas poucos sabem realmente do que se trata e qual a sua utilidade.

O modelo de economia tradicional vem sendo discutido há tempos, para evitar o consumismo desenfreado. Algumas coisas pontuais foram feitas, mas um conceito ainda não havia sido criado, até chegar a economia colaborativa.

O que é economia compartilhada?

A economia colaborativa tem como objetivo dividir coisas em vez de acumular.

A ideia é que antes de você jogar algo fora, veja se não será útil para outra pessoa. Ou ainda, mesmo que não queira jogar fora, que analise se você está usando, se fará falta no futuro. Se a resposta for não, passar adiante. Deixar que alguém possa desfrutar melhor do que você.

Tudo isso com a intenção de minimizar o consumo excessivo e praticar mais a troca, o compartilhamento de coisas. Isso contribuirá para que a ecologia global melhore, a produção em grande escala diminua, além de economizar.

O conceito de economia colaborativa surgiu em 2000, por conta do aumento da população mundial e do acesso às tecnologias, fazendo com que as pessoas não precisem mais se deslocar para comprar algo. Ou ainda, pelo grande acúmulo de trabalhos e funções, as pessoas veem o consumo como uma forma de autocompensação.

No Brasil, o conceito se difundiu com os autônomos, que buscam criar soluções por meio das redes sociais, aplicativos ou serviços, conectando pessoas que não se conhecem, mas que tem um interesse em comum.

A ideia da economia colaborativa é que a pessoa não precisa ter a posse, mas que usufrua do bem.

Quais são os principais pilares da economia compartilhada e como utilizá-los?

As ideias desse tipo de economia são muitas, mas as principais são:

 

  • Redistribuiçã

     

    o: um item usado passa de uma pessoa para a outra;

  • Colaboração: além de produtos, oferecer às pessoas algo que você tenha ou que possa ajudar, como habilidades e até mesmo tempo;

  • Sistemas de produtos e serviços: consumidor paga pelo benefício, mas não pelo produto.

 

Você pode utilizar esses benefícios da economia colaborativa na forma de hospedagem, quando viajar. Em alimentação, mobilidade urbana, cultura, entre outros. Enfim, são muitas coisas que já fazem uso desse conceito para ajudar os outros, a si mesmo e o planeta.

Conectar-se com o outro, descobrir o que ele precisa e tentar ajudá-lo é o caminho para mudanças.

Exemplos na prática

  • Hospedagem: AirBnb e Couchsurfing. Você já deve ter ouvido falar ou até usufruído, mas não sabia que fazia parte desse conceito de economia colaborativa. Essas hospedagens são para viajantes que buscam um lugar mobiliado em qualquer parte do mundo.O interessante é que, além de alguém abrir a sua porta para pessoas desconhecidas, é que ambos se beneficiam. O anfitrião ganha um dinheiro extra e o viajante economiza com a hospedagem. Se reservasse um hotel, certamente sairia mais caro;

  • Mobilidade Urbana: aqui entra qualquer serviço que coloque um carro a menos na rua, como Uber, por exemplo. Outros meios de transporte, como empréstimos de bicicletas, também contam.Um dos mais bacanas são as caronas solidárias, muito usadas por estudantes de ensino superior. O pessoal se organiza e, com apenas um carro, duas ou mais pessoas vão para o mesmo destino. Com isso, poluem menos o meio ambiente e também podem dividir as despesas, saindo mais em conta para todos;

  • Coworking: é o compartilhamento de um único escritório por várias empresas diferentes. Normalmente, a primeira empresa que chegou paga o aluguel do estabelecimento. As outras que vão chegando depois, em vez de dividir esse valor, prestam serviços para a primeira empresa, como forma de pagamento. É uma forma de economizar muito os custos, principalmente para quem está iniciando em algum ramo;

 

Não é regra que você tenha que trabalhar para a empresa primária, mas pode fechar parcerias.

  • Alimentação: a plataforma Farmsquare tem como objetivo incentivar a alimentação saudável e a agricultura urbana. O intuito é conectar pessoas que querem doar ou trocar alimentos com quem necessita. Em algumas cidades, estão surgindo restaurantes colaborativos, onde chefs podem utilizar o espaço para mostrar o seu trabalho para a comunidade e venderem refeições. Nos Estados Unidos, essa prática já está difundida, chama-se cozinha pop-up.

O conceito de economia colaborativa chegou para introduzir essa ideia nas pessoas, fazendo com que o consumo não seja essencial e supérfluo. O que importa é tentar ajudar quem mais precisa, da forma que você puder, de maneira consciente.

Conte para nós se você utiliza esse tipo de economia no seu dia a dia e compartilhe o texto para que outros entrem nesse movimento!

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